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11 de jan. de 2014

O conceito de "água virtual"


Desindustrializado, Brasil vira exportador de "água virtual"

com informações da Agência USP

As commodities agrícolas estão entre os principais itens de exportação do Brasil. A produção é tão elevada que se estima, atualmente, que a agricultura responde por mais de um quarto do PIB nacional.

Porém, há um novo elemento, de abundante quantidade no País, que vem sendo muito bem cotado no mercado internacional e a China, um dos maiores clientes de nossas riquezas, já desponta como um dos grandes mercados para este antigo, porém valioso produto.

Esse elemento é a água!

O Brasil é hoje um dos maiores exportadores globais de "água virtual", conceito criado para explicar a quantidade de água empregada para produzir um produto em um determinado local, porém destinado para outra localidade, criando assim um fluxo virtual entre os países.

"A China adotou uma política de aumentar as importações de culturas de elevado uso de água, como a soja, o que reduz a demanda de água na Ásia, mas aumenta a dependência de quem produz mercadorias que necessitam de irrigação no Mato Grosso", explica Maria Victória Ramos Ballester, professora do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP, em Piracicaba.

Para países situados em regiões que sofrem com escassez hídrica, o comércio de água virtual é atraente e benéfico. "Por meio da importação de mercadorias que consomem muita água durante seu processo produtivo, nações, estados e municípios podem aliviar as pressões que sofrem sobre suas próprias fontes", esclarece a professora. "Quando um produto, seja ele qual for, é comercializado entre países, estados ou municípios, entende-se que a água utilizada em seu processo fabril também foi exportada", completa.

Água do Alto Xingu

Ao longo das últimas quatro décadas, o Alto Xingu sofreu um processo de desmatamento em larga escala, impulsionado principalmente pela intensificação da criação de gado e lavouras.

Nos últimos vinte anos, a crescente demanda mundial por carne tem alimentado a expansão das áreas de cultivo na região, especialmente a soja para a alimentação animal. "As exportações de soja aumentaram e deslocaram-se da Europa, que era o principal mercado de destino em 2000, para a China, que hoje se tornou o maior importador de soja de Mato Grosso".

As tendências de crescimento populacional na Ásia indicam que esse comércio de água virtual se tornará ainda mais estratégico para a segurança hídrica dos países da região, principalmente a China.

Os pesquisadores do projeto do Cena pretendem avaliar o consumo de água da cultura de soja e sua eficiência, já que os recursos hídricos subterrâneos no Alto Xingu estão entre os menos explorados do planeta, o que sugere que a futura intensificação da agricultura pode recorrer a essa região para explorar ainda mais seus recursos para irrigação.

"Enquanto a água virtual, relacionada com as exportações de soja do Mato Grosso, está ajudando a subsidiar a segurança alimentar e hídrica na China, existem inúmeras demandas conflitantes de água dentro da bacia do Alto Xingu", conclui a professora.

16 de fev. de 2013

Abram alas para o agro

por Kátia Abreu



O agronegócio é o responsável, há anos, pelos sucessivos superavit da balança comercial

Quando a Unidos de Vila Isabel adentrou o Sambódromo, às 5h40 da terça-feira de Carnaval, já o personagem homenageado em seu samba-enredo, o homem do campo, estava em plena labuta. Não pôde assistir ao vivo a homenagem. Acorda-se cedo no meio rural. Ao alvorecer, todos já estão a postos. E mesmo feriados como o do Carnaval não interrompem a produção, que põe na mesa do brasileiro a melhor e mais barata comida do mundo.

O belíssimo enredo "A Caminho da Roça", com que a Vila Isabel venceu o desfile carioca, admirado em todo o mundo, fez, enfim, jus a um segmento da sociedade brasileira historicamente negligenciado (e vilipendiado) por parcela influente das classes cultas, em nome de interesses político-ideológicos. A luta pela estatização do campo, projeto antigo da esquerda revolucionária, tenta atribuir ao produtor rural a responsabilidade pelas mazelas sociais do país, quando a realidade é justo o oposto.

Nenhum outro segmento contribui tanto para o desenvolvimento econômico e social do país. Senão, vejamos: é o agronegócio o responsável, há anos, pelos sucessivos superavit da balança comercial brasileira e responde também por 30% dos empregos formais do país. Nosso superavit anual nas exportações é de US$ 79,4 bilhões; o superavit final do país é de US$ 19,4 bilhões, o que significa que o agro financia os US$ 60 bilhões de deficit dos outros setores. Dá cobertura, por exemplo, aos US$ 22,2 bilhões que os turistas brasileiros gastam lá fora, enquanto os estrangeiros deixam aqui apenas US$ 6,6 bilhões.

Mais: o agro brasileiro é hoje modelo em todo o mundo. Estudo sobre produtividade agrícola em 156 países, publicado pelo Ministério da Agricultura dos Estados Unidos (USDA), constata que o crescimento desse setor entre nós foi, na década de 2000, de 4,04%, enquanto a taxa mundial no mesmo período foi de apenas 1,84%. Deve-se isso ao aporte tecnológico e à dedicação ao trabalho -dedicação exaltada pelo enredo da Vila Isabel: "Semear o grão.../saciar a fome com a plantação/é a lida.../arar e cultivar o solo/ver brotar o velho sonho/alimentar o mundo/bem viver/a emoção vai florescer", diz um trecho do samba, cantado pelos milhares de foliões que lotaram as arquibancadas do Sambódromo.

Não obstante, ao setor se quer imputar a herança colonial-escravagista do país, rotulando-o como atrasado, quando, inversamente, é o que mais incorpora tecnologia de produção e mais investe no aprimoramento de sua mão de obra. Acusam-no de predador ambiental, num país que preserva nada menos que 61% de seu território com cobertura vegetal nativa e utiliza menos de um terço (27,7%) para a produção de alimentos. Nenhum outro país exibe números sequer aproximados.

A Amazônia, foco da cobiça internacional -e obsessão dos ambientalistas a serviço de ONGs estrangeiras-, teve reduzidos, de 2004 para cá, em nada menos que 84% os desmatamentos.Ninguém preserva -e conhece- mais a natureza e o ambiente que quem deles depende para sobreviver: o homem do campo. Daí o absurdo das acusações que lhe são assacadas.

Na linguagem do samba, pode-se dizer que o agro tem sido a comissão de frente da economia brasileira. Não atravessa o ritmo e garante há anos o desfile da vitória do desenvolvimento do país.
 
É, pois, inadmissível que não tenhamos ainda um sólido sistema de seguro agrícola e que se expulsem produtores rurais de suas terras em nome de uma antropologia ideologizada e ultrapassada, que conspira contra o bem-estar social. E ainda: que tenhamos os portos mais ineficientes do mundo, graças a uma minoria que defende interesses particulares em prejuízo do país.

A homenagem da Vila Isabel representa um importante -e justíssimo- reconhecimento do Brasil urbano e popular a um segmento que, como nenhum outro, o tem servido com competência e dedicação. E que, mesmo enfrentando forças obscurantistas e poderosas, não deixará de fazê-lo jamais. Aos que jogam contra o país, nosso lema é: abram alas!

Aquidauana


O vídeo institucional do município de Aquidauana (Mato Grosso do Sul) foi escolhido, por um júri internacional, como um dos melhores filmes de turismo na categoria Turismo de Ecologia e Natureza. É de ver em tela cheia.

Captado por JRB Martins

12 de ago. de 2012

Reagindo à orquestração


Eloquente chamado do Coroneleaks:

O Brasil rural merece amor, cuidado e respeito.

O produtor rural brasileiro cuida da sua propriedade da porteira para dentro, com extrema competência. Se o resto do Brasil fosse como essa grande fazenda, que ocupa apenas 27,7% do território, seríamos o país mais poderoso do mundo. No entanto, não é isso que ocorre. O Brasil Rural enfrenta todo o tipo de problema e dificuldade para trabalhar e produzir. O Brasil Rural é perseguido. É rotulado. Existe contra ele uma campanha sistemática de difamação comandada, por exemplo, por Marina Silva, que corre o mundo denegrindo a imagem do país e o seu principal setor econômico. E ela não está sozinha.A imprensa ataca os "ruralistas" sempre que pode, transformando-os em desmatadores e destruidores do meio ambiente. É aquele Brasil kamikase que, em vez de valorizar as suas forças, trabalha para exterminá-las.

O IBAMA, corrupto e assecla dos ditos movimentos sociais e das ongs internacionais, leva a mais completa insegurança jurídica para a zona de produção, perseguindo de forma implacável os pequenos produtores,com exigências absurdas e multas milionárias, com o objetivo de trasformar áreas produtivas em terras arrasadas, em termos econômicos. 

A FUNAI, Fundação do Ìndio, em conluio criminoso com o Conselho Indigenista Missionário, o famigerado CIMI, que prefere índios morrendo de diarréia do que vivendo como cidadãos, incita as invasões e a violência no campo, em busca de mais terra, apesar de 600 mil índios ocuparem espantosos 12,5% do território brasileiro. 

O Ministério do Trabalho e os seus fiscais venais caçam e montam situações de trabalho escravo, que ocorrem em número muito maior na zona urbana, apoiados pela esquerda delirante, tendo como grande objetivo o confisco das propriedades para uma reforma agrária assassina que amontoa seres humanos debaixo da bandeira de lona preta da guerrilha rural do MST. 

Uma ala xiita do Ministério Público confronta, 24 horas por dia, decisões do STF em relação à propriedade privada e às leis, servindo de suporte institucional para os inimigos do país, que querem destruir a nossa agropecuária. Impõe termos de ajustamento de conduta impossíveis de cumprir, espalhando terror e medo no campo brasileiro.

Mesmo assim, com todos estes inimigos na entrada da fazenda, a nossa agricultura gera praticamente todo o superavit da balança comercial do país, já que o setor de serviços e a indústria são deficitários. Hoje o Brasil Rural garante, anualmente, U$ 70 bilhões de lucro para o Tesouro Nacional, sem sacrificios para a população. A importação de alimentos, que há 20 anos chegava a 50% do consumo, virou uma exportação de 30% de excedente produzido. E se a comida engolia 40% da renda do trabalhador,   hoje é paga usando apenas 18% do salário do brasileiro. Os números são extraordinários e emocionantes para quem ama o país. 

Mas não pensem que os problemas param por aí. Produzindo cada vez mais dentro da fazenda, o Brasl Rural escancara a falência da infra-estrutura do país real. Não há rodovias. Não há ferrovias. Não há hidrovias. Não há armazéns. Não há portos.  Querem um exemplo? Os Estados Unidos, maior produtor do mundo de alimentos, teve uma grande perda de produção de milho neste ano. O preço vai subir no mercado internacional. O Brasil, por sua vez, teve uma super safra no Centro-Oeste, mas não tem onde armazenar os grãos. Segundo a Folha de São Paulo, em Lucas do Rio Verde (MT), toneladas de milho armazenadas a céu aberto aguardam uma janela logística para seguir aos principais portos e centros de consumo. A falta de silos para guardar grãos, que põe em risco a colheita -por deixar o cereal sujeito a influências externas, como o clima-, não é um fato inédito. Ficou, porém, mais evidente neste ano. Pudera, a região produz 60% do grão, mas tem escoamento para apenas 20%. Os demais cruzam o país em caminhões com uma média de 20 anos de uso, em estradas esburacadas, o que encarece e tira competitividade da nossa produção diante de outros países.

Mesmo assim o Brasil acaba de ultrapassar o Estados Unidos na produção de soja.  Somos o maior produtor de soja do mundo! Como diz o editorial do Estadão de hoje, com exportações de US$ 44,8 bilhões e saldo comercial de US$ 36,8 bilhões no primeiro semestre deste ano, o agronegócio continua sendo um importantíssimo fator de segurança para o setor externo da economia brasileira. Os bons resultados foram obtidos em 2012 mesmo com a queda de preços de vários produtos básicos. Poucos preços, incluídos os da soja, ficaram imunes à crise global. A China se manteve como a principal compradora de produtos agropecuários, apesar de sua desaceleração econômica. Espera-se uma reativação da economia chinesa, embora o ritmo de crescimento deva manter-se abaixo de 9%. Essa reativação ajudará a sustentar os preços dos alimentos. 

Por fim, vejam o que ocorre com o Código Florestal. O que os produtores rurais querem é manter o que já têm. Não estão pedindo um metro a mais de terra. Aí os ecologistas patrocinados por ongs internacionais querem transformar as várzeas, áreas mais produtivas em qualquer lugar do mundo, usadas em todos os países para produzir alimentos, em  áreas de preservação permanente. Querem inviabilizar a piscicultura e a irrigação, proibindo a construção de tanques às margens de rios. Querem tirar a terra de quem a utiliza desde que Cabral chegou aqui. Não importa que 62% do país esteja coberto por vegetação nativa, o que não existe em nenhum país do mundo. Não importa que os índios já ocupem 12,5% do território. Não importa que 11% do país esteja ocupado por assentamentos de reforma agrária que não funcionam, que são verdadeiros gulags. Parece que o objetivo é destruir o Brasil rico, o Brasil que funciona, sendo que para isso inventa-se até mesmo a categoria de rio temporário, para que inventem-se margens virtuais onde os produtores serão obrigados a plantar árvores, em vez se soja, trigo, milho.

Nesta semana, o governo federal vai lançar um plano nacional de logística. O Brasil Rural, especialmente no Centro-Oeste e o Norte, precisa de apenas R$ 6 bilhões em investimentos em transporte, um décimo do que custará o trem-bala. para baratear em 15% o preço da produção. Meia dúzia de obras estruturantes tornarão o Brasil ainda mais competitivo lá fora, além de reduzir o preço dos alimentos no mercado interno. É hora de defender o Brasil dos maus brasileiros. Da Miriam Leitão que, por ser casada com um ambientalista, virou uma feroz inimiga do setor que sustenta a nossa economia.  Da Marina Silva, que defende florestas aqui e fazendas lá, sempre escondendo que o Brasil é o maior exemplo de produção com preservação do mundo. Da verdadeira quadrilha composta pelas ongs internacionais financiadas pelo agronegócio dos seus países. Dos políticos demagogos, escumalha do sindicalismo industrial ou das ligas canpesinas, que querem impedir que a agricultura familiar se transforme em agronegócio familiar, pois querem que o pequeno agricultor continue algemado às políticas públicas e a outros artifícios de dominação. Do mundo acadêmico que vê a produtividade e modernidade da agropecuária destruindo as suas teses com fatos, dados e números. Da mídia, concentrada nas zonas urbanas, que tapa o nariz e os olhos para a destruição do meio-ambiente nas cidades, mas que aponta o dedo acusador para a área rural, mesmo que a cada ano o desmatamento seja reduzido e produção seja aumentada, no mesmo pedaço de Brasil.

Da porta da fazenda para dentro, onde o nosso homem do campo tem domínio, tudo funciona e viceja um Brasil rico. Da porta para fora, este herói precisa vencer todos os obstáculos para transformar produção em riqueza. O campo merece respeito, amor e cuidado. Chega de mentiras. Precisamos levar a verdade para os brasileiros. A verdade verde da floresta junto com a verdade amarela do trigo, da soja, do milho. Uma  não pode matar a outra, sob pena de matarmos o Brasil.

26 de mai. de 2012

A China, como vista pela Senadora Katia Abreu



A China é logo ali

Para conquistar o maior cliente mundial, nossa agenda com os chineses pode e deve ser agressiva 

A CHINA impressiona. E a primeira boa impressão que tive, em recente visita àquela potência econômica, foi a de que os chineses são eficientes, objetivos, profissionais, aceitam pautas desafiadoras e estão de portas abertas para o Brasil. Tudo isso, mas não só isso: lá, crescer é uma decisão política.

Não é difícil compreender a essência da China dos dias de hoje, em que a reestruturação da economia e o enriquecimento do país é uma tarefa central para seus executivos e seus governantes. As autoridades chinesas pressentiram que, com 1,3 bilhão de habitantes, não é possível um país permanecer estável, ser internacionalmente influente, se não alcançar um processo robusto e equilibrado de desenvolvimento.

Há uma impetuosidade na busca do crescimento e do progresso. Por onde se anda é visível que o país está mudando a economia, combatendo a pobreza, transferindo a população do campo para cidades planejadas, distribuindo a riqueza, usando mão de obra própria e, ao mesmo tempo, importando inovação e tecnologia de qualquer lugar do mundo. O resultado é surpreendente.

O que se vê, além da ousadia dos seus dirigentes, é o senso de urgência do país, mas os bens coletivos -estradas, ferrovias, portos, aeroportos, estações- são monumentos à modernidade e projetados para o futuro.A estratégia de charme da China se tornou ostensivamente material: arquitetura arrojada, intervenções ambientais radicais, urbanismo furioso e determinado -essa é a cara da "nova China".

Da "velha China" ainda resta o modelo híbrido de socialismo político e capitalismo econômico que, à primeira vista, acaba passando a ideia de que é uma virtude a combinação de autoritarismo e prosperidade. Não é. O país ainda paga um alto preço humano pela ausência de liberdade e pela dificuldade do regime em lidar com críticas, com a imprensa livre e com a organização da sociedade civil.

A economia chinesa está baseada no centralismo político com planejamento estatal, por isso o protecionismo é uma constante. Se a nossa indústria sofre, o setor agropecuário brasileiro não enfrenta grandes barreiras, pois temos escala, tecnologia e competitividade.

Nossa agenda com os chineses pode e deve ser agressiva. Eles precisam -e muito!- do alimento produzido no Brasil. Basta ver que mais de 30% das exportações do agronegócio brasileiro para lá são dirigidas.

Paz e competição formam o lema chinês. Por isso, é notória a ligação entre a diplomacia política e a diplomacia comercial. Os países que mais fazem negócios com a China são os que estão dispostos a viver a vida em mandarim. O que vimos em todos os momentos, em nossa viagem, foi uma forte presença de empresas europeias e norte-americanas no país, embaixadas com centenas de funcionários, mostrando que não importa a distância para ser "amigo íntimo" da China.

A imagem do Brasil -"o país do café"- e seus produtos, especialmente os agrícolas, é boa, mas claramente insuficiente. A pauta focada em poucos produtos e sem desdobramentos internos na direção da criação de marcas e produtos sino-brasileiros limita -e até esconde- nossa presença.

A compreensão recíproca das limitações é notória, ou seja, a China dá grande importância ao desenvolvimento das relações com o Brasil, mas percebe-se que não há relação estratégica sólida. Por enquanto, o "negócio da China" tem sido bom apenas para os chineses -e para algumas poucas empresas.

É preciso que o Brasil fortaleça o intercâmbio e a presença para aumentar a confiança e promover a cooperação. Aumentar os canais de comunicação e os mecanismos de consulta, buscando sempre o diálogo direto, é a melhor forma de conhecer os chineses.

A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) entendeu e aceitou esse desafio. Até o final deste ano, estaremos com nosso escritório em Pequim, representando a agropecuária, que reúne as melhores vantagens competitivas para conquistar o maior cliente do mundo. A China é logo ali.