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23 de mar. de 2014
23 de fev. de 2014
18 de abr. de 2013
15 de abr. de 2013
A História do Mundo em 2 Horas
Inevitavelmente, com imprecisões e simplificações, mas também uma visão panorâmica capaz de descer a detalhes magníficos. Ligeiras redundâncias por se tratar da condensação de uma série. Dublado e em HD.
Quem puder ver não vai se arrepender.
Valeu, Bereta.
Quem puder ver não vai se arrepender.
Valeu, Bereta.
6 de abr. de 2013
31 de mar. de 2013
14 de mar. de 2013
A história do Cruzeiro do Sul
Algumas
das estrelas têm uma história ilustre. A observação do posicionamento delas está
ligada à descoberta da precessão dos equinócios por Hiparco (c. 180-125 a .C.), que é uma das
descobertas fundamentais da astronomia. Sabe-se hoje que a precessão consiste
numa oscilação muito lenta do eixo de rotação da Terra, que altera a posição
dos pólos celestes e a intercessão do equador com a eclíptica. É graças à
precessão que o pólo norte celeste tem vindo a aproximar-se da Estrela Polar. É
também graças à precessão que as estrelas do Cruzeiro do Sul, visíveis em
Alexandria no tempo de Ptolemeu (c. 90-168 d.C.), já não são agora visíveis a
essa latitude.
A
história da descoberta e apropriação desta cruz celeste é uma história mítica
da astronomia e das ciências da navegação. Quando os portugueses começaram a
descer a costa da África e, sobretudo, quando ultrapassaram a simples navegação
costeira e começaram a seguir as grandes correntes e ventos atlânticos,
passaram a utilizar sistematicamente marcos celestes para conhecerem a latitude
do lugar em que se encontravam. A princípio, podia-se seguir a estrela polar e
medir a sua altura – essa altura angular corresponde à latitude norte do lugar.
À medida que os navegadores se iam aproximando do equador, a estrela polar
começava a mergulhar no horizonte, tornando-se difícil, e depois impossível,
medir a sua altura.
Quando
a Polar mergulhou no oceano, perdeu-se um marco celeste crucial para a
navegação. Os marinheiros portugueses passaram a poder utilizar somente a
medida da altura do Sol, medida mais fácil de efetuar mas de aplicação mais
complexa, pois exigia o recurso a tabelas de declinação da nossa estrela. A
altura do Sol de meio-dia depende não só da latitude como também do dia do ano.
As tabelas permitiam compensar esses fatores e assim calcular a latitude em que
os viajantes se encontravam. Mas continuava a convir aos exploradores ter uma
medida noturna da latitude e um ponteiro cardeal, pelo que procuraram uma
estrela que desempenhasse em latitudes austrais o papel que a polar
desempenhava no hemisfério norte.
A
procura da “polar do sul”, ou seja, de uma estrela brilhante que se encontrasse
no pólo sul celeste ou muito perto deste, é uma demanda que ocupa os cosmógrafos
e os pilotos dos séculos XV e XVI. Portugueses, espanhóis e, mais tarde,
ingleses e holandeses, todos eles revelam essa preocupação central. Veio a
verificar-se que não existe tal estrela no pólo sul (a estrela visível a olho
nu que está mais perto do pólo sul celeste é a sigma de Octante, uma estrela de
quinta magnitude, apenas visível em boas condições atmosféricas e, portanto,
pouco útil para a navegação), ao contrário do que era imaginado por muitos
cosmógrafos, que concebiam o hemisfério celeste boreal à semelhança do
hemisfério austral conhecido (Alvise de Cadamosto, navegador veneziano ao
serviço do Infante D. Henrique, escreveu, na sua descrição da sua viagem ao rio
Gâmbia em 1454: “como continuo a ver a estrela polar do norte, não posso ainda
ver a estrela polar do sul”).
Os
marinheiros, que começaram a aproximar-se do equador e a ultrapassá-lo para
sul, pesquisaram cuidadosamente o céu, procurando ver quais seriam as estrelas
que menos rodariam ao longo da noite. As que descrevessem arcos menos extensos,
com raio menor, seriam as que se aproximariam da polar. A desejada estrela
seria a que nenhum movimento manifestasse, vendo-se todo o firmamento rodar em
seu torno. Como se sabe, não foi encontrada a almejada guia dos viajantes, pela
razão simples de que não existe, mas os pilotos dos navios portugueses
descobriram que a haste maior do Cruzeiro do Sul aponta para o pólo. Foi esse
asterismo que passou a servir de guia aos que enfrentavam os mares a sul do
equador.
Pouco
mais tarde, em 1514, o Piloto João de Lisboa escreveu um completo Regimento do
Cruzeiro do Sul, em que explicava como se podia utilizar tal constelação para
determinar o pólo austral verdadeiro e para corrigir as leituras da bússola.
Nesse mesmo documento, João de Lisboa fornece um mapa celeste em que desenha o
Cruzeiro do Sul com notável precisão. E o piloto de D. Manuel revela que está
apenas a descrever estudos efetuados oito anos antes em Cochim, de parceria com
Pêro Anes. Quer dizer, segundo a descrição de João de Lisboa já em 1506 os
pilotos portugueses destacavam um agrupamento de estrelas a que chamavam
Cruzeiro do Sul e já tinham conhecimento do seu valor para a navegação.
A
descoberta do Cruzeiro do Sul e a exploração dos céus austrais está associada à
histórica viagem de Pedro Álvares Cabral e foi escrita com estrelas heráldicas
na bandeira moderna do moderno Brasil.
(Extraído daqui)
2 de mar. de 2013
A Terra
24 de fev. de 2013
27 de jan. de 2013
Antimagneto: Invisibilidade magnética prática e simples
![]() |
| Um objeto colocado no interior do cilindro, além do próprio cilindro, são magneticamente indetectáveis. |
Cientistas
criaram uma camuflagem magnética extremamente simples, e que foge da linha
tradicional das pesquisas na área, que vinha se baseando exclusivamente nos metamateriais.
O
dispositivo, que fica totalmente invisível a um campo magnético, foi fabricado
com materiais comprados no comércio, o que aponta para aplicações práticas a
curto prazo.
Além dos metamateriais
A
ciência dos dispositivos de camuflagem, ou mantos da invisibilidade nasceu como uma curiosidade
teórica há poucos anos, mas migrou rapidamente para os laboratórios, e vem
atiçando a curiosidade do público e dos cientistas.
No
ano passado, Alvaro Sanchez e seus colegas da Universidade Autônoma de Barcelona
publicaram um artigo no qual demonstravam toda a teoria necessária para construir a camuflagem magnética, ou
antimagneto, como eles chamavam o aparato.
Com
suas equações embaixo do braço, os teóricos espanhóis contataram
experimentalistas da Academia Eslovaca de Ciências, especialistas em medições
muito precisas de campos magnéticos.
Fedor
Gomory e seus colegas demoraram apenas alguns poucos meses para demonstrar o
antimagneto na prática e confirmar as teorias do grupo espanhol.
O
resultado é um desvio inesperado na área, mostrando que os metamateriais não
são essenciais para criar invisibilidades.
Antimagneto
O
manto da invisibilidade magnética, ou camuflagem magnética, consiste de um
cilindro composto de duas camadas concêntricas.
A
camada interna é um material supercondutor, que repele o campo magnético,
enquanto a camada exterior é composta de um material ferromagnético - uma liga
de ferro, níquel e cromo -, que atrai o campo magnético.
A
camada supercondutora do cilindro impede que o campo magnético alcance o
interior da camuflagem, mas distorce as linhas do campo ao seu redor.
A camada
ferromagnética interna produz o efeito oposto: ela atrai as linhas do campo
magnético, compensando a distorção criada pelo supercondutor, mas sem permitir
que o campo magnético entre no interior do cilindro.
A camada
ferromagnética do cilindro atrai as linhas do campo magnético (esquerda),
enquanto a camada supercondutora os repele (direita).
|
O
efeito global é um espaço interno do cilindro sem nenhum campo magnético, e
absolutamente nenhuma distorção no campo magnético externo. Em
outras palavras, não é possível detectar nem o cilindro e nem o objeto que for
colocado em seu interior.
Aplicações médicas
Como
o dispositivo foi fabricado com materiais disponíveis no comércio - o
experimento inteiro custou US$1.300,00 -, e como ele opera em campos magnéticos
relativamente fortes, os cientistas afirmam que ele poderá ser prontamente
usado na prática.
Vale
lembrar que, como usa um supercondutor, o dispositivo precisa de nitrogênio líquido
para funcionar - mas equipamentos de imageamento médico também precisam.
Os
cientistas citam como possibilidade de aplicação prática, por exemplo, um
dispositivo que torne marca-passos e outros implantes médicos invisíveis aos
campos magnéticos, permitindo que pacientes portadores desses implantes possam
usufruir dos exames mais modernos, como a ressonância magnética.
Por
outro lado, é fácil também imaginar aparatos não tão bem intencionados, como um
antimagneto para esconder armas dos detectores magnéticos dos aeroportos. Mas,
além de ainda ser impensável esconder um dispositivo criogênico com as
dimensões necessárias, os aeroportos contam com outros mecanismos de checagem,
como máquinas de raios X.
Cancelar o magnetismo
Os
cientistas estão perfeitamente familiarizados com o processo de
"criar" magnetismo - 99% da energia consumida no mundo usa geradores
baseados no magnetismo, o fenômeno está presente em todos os motores elétricos
e é a base de todo o armazenamento digital de dados.
Mas
cancelar o magnetismo tem-se mostrado um desafio tanto científico
quanto tecnológico.
Esta
nova camuflagem magnética abre o caminho para que isso possa ser feito de
maneira muito flexível, incluindo outras aplicações na tecnologia da informação,
como a blindagem de dados armazenados magneticamente.
Fonte: Inovação Tecnológica
23 de jan. de 2013
29 de jul. de 2012
A "Reconexão Magnética"
NASA vai
procurar portais magnéticos em torno da Terra
As
sondas espaciais da Missão Magnetosférica Multiescala (MMS) vão procurar os portais magnéticos que se
espalham em torno da Terra.
Portais
magnéticos “são regiões de difusão de elétrons”, explica o físico Jack Scudder,
pesquisador da Unversidade de Iowa. "São lugares onde o campo magnético da
Terra se conecta ao campo magnético do Sol, criando um caminho ininterrupto que
conecta nosso próprio planeta à atmosfera do Sol, a 149 milhões de quilômetros
de distância”, explica ele.
As
observações das sondas espaciais Themis, da NASA, e Cluster, da ESA, sugerem que estes portais magnéticos abrem
e fecham dezenas de vezes por dia.Estão
localizados a algumas dezenas de milhares de quilômetros da Terra, onde o campo
geomagnético encontra o vento solar. A
maioria dos portais magnéticos é pequena e de curta duração, mas alguns são
enormes e sustentados. Toneladas
de partículas energéticas podem fluir através das aberturas, aquecendo a
atmosfera superior da Terra, causando tempestades geomagnéticas e belíssimas
auroras polares.
A
Missão constará de quatro sondas voando em formação, dotadas de detectores de
partículas energéticas e sensores magnéticos, para tentar rastrear os portais
magnéticos e tentar estudá-los.
Apesar
de invisíveis e instáveis, os portais magnéticos possuem uma espécie de
"poste de sinalização"; segundo o pesquisador, um conjunto de
indicadores que aponta seu endereço com precisão.
Os
portais se formam através de um processo chamado reconexão magnética, mesclando linhas de força magnéticas do Sol e da Terra, que se
cruzam e se juntam para criar as aberturas.
"A
súbita junção de campos magnéticos pode impulsionar jatos de partículas
carregadas, criando uma região de difusão eletrônica", explica o pesquisador. Usando
dados da sonda espacial Polar, que estudou a magnetosfera terrestre nos anos
1990, Scudder conseguiu identificar diversos pontos que nunca haviam sido
"vistos", aparentemente porque ninguém havia procurado por eles. "Com os
dados da missão Polar, encontramos cinco combinações simples de campos
magnéticos e partículas energéticas que nos dizem quando estamos defronte uma
região de difusão de elétrons. Uma única nave, com os instrumentos adequados,
pode fazer essas medições e encontrar um portal", explica.
Cada
uma das sondas da MMS poderá encontrar portais e, tão logo localize um, alertar
as outras naves. Como são linhas magnéticas que se estendem pelo espaço, é
importante efetuar medições de vários pontos, a fim de compreender a abertura
dos portais e como funciona a aceleração das partículas que entram por eles,
comparando sua trajetória e velocidade com a trajetória e velocidade de
partículas que seguem a rota "normal", fora do portal. A fórmula para
calcular o "CEP dos portais magnéticos" também significa que, em vez
de ficar anos tentando localizar os portais, a missão MMS poderá começar a
estudá-los tão logo chegue ao espaço, o que deverá acontecer em 2014.
Explosões
cósmicas
A
reconexão magnética parece ser a forma favorita do Universo para fazer as coisas
explodirem. Ela ocorre em qualquer lugar onde campos magnéticos permeiam o
espaço - vale dizer, praticamente em todos os lugares.
No
Sol, a reconexão magnética cria erupções com potências equivalentes a um bilhão
de bombas atômicas. Na atmosfera da Terra, ela alimenta as tempestades
magnéticas e as auroras. Nos laboratórios, ela causa grandes problemas nos
reatores e fusão. Ela está por toda parte.
O
que é reconexão magnética?
E
há um problema adicional: os cientistas não conseguem explicar exatamente o que
é a reconexão magnética. O
básico é bastante simples. Linhas de força magnéticas cruzam-se, cancelam-se,
reconectam e... Bum! A energia magnética é liberada na forma de calor e de
energia cinética em partículas carregadas.Mas
como? Como esse simples ato de cruzar linhas de campos magnéticos disparam
essas explosões tão ferozes?
"Algo
muito interessante e fundamental acontece que nós realmente não entendemos.
Pelo menos não em nossos experimentos de laboratório e em nossas simulações",
diz Melvyn Goldstein, chefe do Laboratório de Geofísica Espacial da NASA.
Segundo
Jim Burch, cientista-chefe da missão, a MMS vai tentar ir na base desse
mistério. "A magnetosfera da Terra é um laboratório natural maravilhoso
para estudar a reconexão," diz ele. "Ela é grande, espaçosa e a
reconexão acontece lá o tempo todo, praticamente sem interrupção."
Nas
camadas externas da magnetosfera, onde os campos magnéticos da Terra encontram
o vento solar, os eventos de reconexão criam "portais" magnéticos
temporários conectando a Terra ao Sol. No interior da magnetosfera, em uma
longa estrutura chamada "cauda magnética," a reconexão impulsiona
nuvens de plasma de alta energia em direção à Terra, disparando
as auroras. Há muitos outros exemplos, e a missão MMS irá explorar cada um
deles.
Cada
observatório tem o formato de um disco, com 3,65 metros de diâmetro
e 1,2 metro
de altura. Os sensores para monitoramento dos campos eletromagnéticos e
partículas carregadas estão sendo construídos em vários centros universitários
e laboratórios dos Estados Unidos. Quando todos os instrumentos estiverem
prontos, eles serão integrados no corpo principal de cada uma das sondas, que
estão sendo construídos no Centro Espacial Goddard. O lançamento está previsto
para 2014, a
bordo de um foguete Atlas V.
Problemas
da fusão nuclear
Qualquer
nova física que a missão MMS descubra poderá, em última instância, ajudar a
aliviar a crise energética aqui na Terra.
"Há
muitos anos os pesquisadores têm olhado para a fusão nuclear como uma fonte
limpa e abundante de energia para nosso planeta", diz Burch. "Um dos
enfoques previstos, a fusão por confinamento magnético, tem mostrado resultados
muito promissores com os tokamaks. Mas tem havido problemas com a manutenção do
plasma (um gás ionizado extremamente quente) no interior da câmara".
Interior
de um tokamak, onde o plasma fica confinado sem tocar nas
paredes, isolado por um campo magnético
paredes, isolado por um campo magnético
"Um
dos principais problemas é a recombinação magnética", continua ele.
"Um resultado espetacular da reconexão, e muito perigoso, é conhecido como
'instabilidade dente de serra'. À medida que o calor no tokamak aumenta, a
temperatura dos elétrons atinge um pico e então 'quebra' repentinamente para um
valor mais baixo, e uma parte do plasma quente escapa. Isto é causado pela
reconexão do campo magnético de confinamento".
À
luz disso, poder-se-ia supor que os tokamaks seriam um bom lugar para estudar
a reconexão magnética. Mas não são, diz Burch. A reconexão em um tokamak
acontece em volumes minúsculos, somente com alguns milímetros de largura,
tornando-se muito difícil de ser estudada. É praticamente impossível construir
sensores pequenos o suficiente para medir a zona de reconexão.
Zona
de reconexão
A
magnetosfera da Terra é muito melhor. Na bolha magnética expansiva que circunda
nosso planeta, o processo se dá em volumes que atingem dezenas de quilômetros
de extensão. "Nós podemos mergulhar as espaçonaves em seu interior e
fazê-las voar ao seu redor, de forma a dar uma boa olhada no que está
acontecendo".
É
exatamente isto que a MMS irá fazer: voar diretamente para a zona de reconexão.
As sondas serão robustas o suficiente para suportar as energias dos eventos de
reconexão que ocorrem na magnetosfera da Terra. Assim, não há nenhum empecilho
no caminho de dois anos de descobertas que aguardam a MMS.
Fontes: esta, esta e esta.
Fontes: esta, esta e esta.
5 de jul. de 2012
O Elemento Água no Planeta Terra
Embora
o fato da maior parte da superfície terrestre estar coberta de água dê a
impressão contrária, a verdade é que há muito pouca água na Terra.
Para
dar uma perspectiva correta desses volumes o Departamento de Pesquisa Geológica
do equivalente ao Ministério do Interior dos Estados Unidos (USGS) desenvolveu a
imagem apresentada acima, e explicou o seguinte:
96,5%
de toda a água do planeta está nos oceanos e é salgada. O resto, a água doce,
está misturada ao ar, na forma de vapor; em rios e lagos; nas calotas polares;
misturada ao solo como umidade; em aquíferos subterrâneos e até fazendo parte
do seu corpo ou do de seu cachorro.
Todas
essas águas somadas caberiam nessa pequena bola azul representada na
imagem. Ela teria um diâmetro aproximado de 1.385 quilômetros
(o que quer dizer que estamos falando de 1,385 bilhões de quilômetros cúbicos
de água).
Mas
desse total, só 10,6 milhões de quilômetros cúbicos, o volume representado na
“bolinha” menor à direita da outra, representam o total da água doce presente
no planeta. E é preciso considerar, ainda, que a esmagadora maior parte dessa
água doce está presa no gelo das calotas polares (68,6%), debaixo do solo em
profundidades onde não podemos alcançá-la (30,1%) ou suspensa na atmosfera
(0,04%).
O
total de água doce correndo nos ríos (0,003%) ou acumulada em lagos (0,26%) aos
quais todos os seres vivos têm de acorrer todos os dias para se manterem neste
mundo, está representado no pequeno ponto azul que quase não se vê, abaixo da
segunda bolinha, montando a 91.110 quilômetros cúbicos.
Do blog Vespeiro
3 de jul. de 2012
28 de jun. de 2012
14 de mai. de 2012
13 de mai. de 2012
12 de mai. de 2012
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