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23 de fev. de 2014
17 de jun. de 2013
20 de abr. de 2013
15 de abr. de 2013
A História do Mundo em 2 Horas
Inevitavelmente, com imprecisões e simplificações, mas também uma visão panorâmica capaz de descer a detalhes magníficos. Ligeiras redundâncias por se tratar da condensação de uma série. Dublado e em HD.
Quem puder ver não vai se arrepender.
Valeu, Bereta.
Quem puder ver não vai se arrepender.
Valeu, Bereta.
31 de mar. de 2013
29 de mar. de 2013
16 de fev. de 2013
Aquidauana
O
vídeo institucional do município de Aquidauana (Mato Grosso do Sul) foi
escolhido, por um júri internacional, como um dos melhores filmes de turismo na
categoria Turismo de Ecologia e Natureza. É de ver em tela cheia.
Captado
por JRB Martins
14 de mai. de 2012
Documentário histórico: "Senta a pua!"
A redação da Mariana, abaixo, diz
melhor do que eu próprio poderia fazê-lo, do conteúdo e valor desse filme. O título
do post não é pompa: é precisão.
"Colégio
Brigadeiro Newton Braga
Rio de Janeiro, 21 de novembro de 2000
Aluna: Mariana Cardozo Simas Turma 806
Redação sobre o filme Senta a Pua!”
Aluna: Mariana Cardozo Simas Turma 806
Redação sobre o filme Senta a Pua!”
Senta a
Pua!
Estamos no
ano 2000. Tenho 14 anos de idade. Um dia, como outro qualquer, a escola nos fez
um convite; assistir a um filme; um documentário sobre a 2ª guerra mundial.
Devo confessar que foi apenas um pretexto para passar uma tarde fora.
Quando a
fita foi passando, sem dar conta, foi tomando a minha atenção. Eram depoimentos
de homens que, a princípio, me pareciam comuns, como o meu avô.
Aqueles
senhores contavam histórias, vividas por eles, com a voz presa e lágrimas nos
olhos.
As
lembranças eram relatadas de tal forma, que eu podia vê-las em seus rostos.
Como se neles, outra fita estivesse sendo projetada. Como mágica.
Falavam
das missões, dos riscos, dos medos. Quanto aos medos o que mais me impressionou
nos relatos, foi o fato de que, muito mais do que temer a morte, eles temiam a
necessidade de matar. Alguns contaram como viram amigos serem feridos,
mutilados e mortos. Mal pudia tirar os olhos da
tela, e muitas vezes me transportava a 1944, como se pudesse protegê-los, caso
lá estivesse.
Ao
término do filme, saímos do cinema maravilhados. Nossos comentários eram
unânimes: "me amarrei...", "chocante", "muito
bom"... Não sabíamos que a surpresa maior estaria do lado de fora. Eram
alguns dos militares que fizeram parte do filme, ao vivo e a cores, falando com
os alunos, respondendo a perguntas, com a mesma emoção que eu havia visto no
filme. A emoção tomou conta de mim de tal forma que corri até eles e pedi
autógrafos como uma "tiete" de uma banda de rock. Eles eram
exatamente o que eu vi no filme, senhores, velhinhos, vovozinhos, que
provocaram em mim um desejo enorme de abraçá-los, acariciar suas cabeças
branquinhas e lhe s dizer: "Agora está tudo bem, você voltou, está em
casa, eu vou cuidar de você, não precisa mais chorar, e sim ter orgulho por ter
cumprido seu dever, representando bravamente seu país. Sei que as cicatrizes do
corpo e da alma jamais sumirão, mas sejam felizes, porque hoje, no ano 2000,
alguém de apenas 14 anos, na humilde pretensão de amenizar de alguma forma as
tristes lembranças, tem o orgulho de poder dizer a todos vocês "muito
obrigada", o Brasil se orgulha de vocês."
(indicado pela amiga historiadora V. Silveira)
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