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26 de jul. de 2012

Yes

On the Silent Wings of Freedom


Onward


Don't Kill the Whale


Versões finais de estúdio (álbum Tormato)

5 de jul. de 2012

O Elemento Água no Planeta Terra



Embora o fato da maior parte da superfície terrestre estar coberta de água dê a impressão contrária, a verdade é que há muito pouca água na Terra.
Para dar uma perspectiva correta desses volumes o Departamento de Pesquisa Geológica do equivalente ao Ministério do Interior dos Estados Unidos (USGS) desenvolveu a imagem apresentada acima, e explicou o seguinte:
96,5% de toda a água do planeta está nos oceanos e é salgada. O resto, a água doce, está misturada ao ar, na forma de vapor; em rios e lagos; nas calotas polares; misturada ao solo como umidade; em aquíferos subterrâneos e até fazendo parte do seu corpo ou do de seu cachorro.
Todas essas águas somadas caberiam nessa pequena bola azul representada na imagem. Ela teria um diâmetro aproximado de 1.385 quilômetros (o que quer dizer que estamos falando de 1,385 bilhões de quilômetros cúbicos de água).
Mas desse total, só 10,6 milhões de quilômetros cúbicos, o volume representado na “bolinha” menor à direita da outra, representam o total da água doce presente no planeta. E é preciso considerar, ainda, que a esmagadora maior parte dessa água doce está presa no gelo das calotas polares (68,6%), debaixo do solo em profundidades onde não podemos alcançá-la (30,1%) ou suspensa na atmosfera (0,04%).
O total de água doce correndo nos ríos (0,003%) ou acumulada em lagos (0,26%) aos quais todos os seres vivos têm de acorrer todos os dias para se manterem neste mundo, está representado no pequeno ponto azul que quase não se vê, abaixo da segunda bolinha, montando a 91.110 quilômetros cúbicos.
Do blog Vespeiro

4 de jul. de 2012

Superoxigenação momentânea


Sobrevivendo sem respirar

Cientistas norte-americanos desenvolveram espécie de 'elixir da vida' que pode salvar a vida de milhões de pessoas


Partículas da solução possuem até quatro vezes mais oxigênio que nosso sangue costuma carregar 


Quando uma pessoa está à beira da morte, cada segundo é precioso e pode fazer a diferença entre a sobrevivência e o adeus. Uma descoberta recente promete prorrogar esses instantes e multiplicar as chances de um final feliz para milhões de pessoas ao redor do mundo.
A invenção da equipe do Hopistal Infantil de Boston consiste em uma injeção que oxigena o corpo, mesmo se a pessoa não estiver respirando. Se o pulmão do paciente não funciona, ou se alguma via estiver obstruída, impossibilitando a respiração, a chance de morte é grande e, se a pessoa tiver a sorte de sobreviver, provavelmente terá danos cerebrais permanentes. As partículas criadas pelos médicos estão dando o que falar por garantir uma sobrevida de quinze a trinta minutos a um paciente que simplesmente não consegue respirar.
As micro-partículas são compostas por um pequeno bolsão de gás oxigênio, envolto por uma camada de lipídios, uma molécula natural que armazena energia e, nesse caso, é feita de gordura. A solução contém de três a quatro vezes mais oxigênio que nossas células e basta injetá-la direto na corrente sanguínea para fazer efeito. O fato do líquido ser portátil, com a possibilidade de ser facilmente manuseado por paramédicos mesmo dentro de uma ambulância é um diferencial de peso.
Essa ideia, apesar de fascinante, não é tão nova. Acontece que as tentativas passadas esbarravam no formato das partículas: a camada deformável de lipídios utilizada agora aumenta em muito a superfície para troca de gases.
Via Gizmodo, plotado por LJ Maia

3 de jul. de 2012

Vê se não é assim mesmo


Quando um presidente que transgride a lei é destituído com base na Constituição, como Fernando Lugo no Paraguai ou Manuel Zelaya em Honduras, aqueles tão ou mais transgressores em seus países saem logo em sua defesa, vociferando contra o “golpe” e aplicando sanções.

É um show de ataque histérico preventivo, com o objetivo declarado de desencorajar ações do gênero no continente. O lema é: “Se eu faço o mesmo que ele por aqui, melhor defendê-lo lá, para evitar que façam comigo o que fizeram com ele.”

A manifestação de lealdade entre os transgressores da lei, principalmente quando agentes de uma mesma ideologia ou estratégia de poder continental, é, senão maior, mais imediata que a dos homens comuns, porque os primeiros, justamente em função do medo constante de serem pegos, têm um ímpeto de autopreservação muito mais alerta do que os segundos ante qualquer ameaça, por menor e mais indireta que seja.

Dilma, Correa, Morales, Kirchner e Chávez (que cortou o fornecimento de petróleo ao Paraguai) não precisaram ler aquele célebre poema do pastor Martin Niemöller para sair em defesa de cada vizinho antes que eles mesmos sejam levados pelas forças inimigas. Reconhecem à distância um risco às suas transgressões, porque sabem que seus inimigos são os reacionários que ignoram a imunidade ou o direito à impunidade que eles se arrogam, com a cumplicidade da imprensa sonsa ou de aluguel.

Nas Américas, Congresso bom é o comprado, e Judiciário bom é o que leva pelo menos 7 anos para julgar, como mostra o mensalão; de modo que, quando um amador como Lugo permite uma derrota tão rápida e fulminante (por 39 votos a 4 no Senado), os companheiros profissionais ficam enfurecidos, porque não dá nem tempo de enviar Lula para trocar uma palavrinha com os juízes responsáveis...

O continente é hoje um clubinho de socioditadores esquerdistas, dispostos, de todo modo, a retaliar, com bola preta no Mercosul e na Unasul, os países onde sua liderança criminosa esbarra na coragem de uns poucos vigilantes. Acusando-os de não darem a Lugo o direito de defesa (como se a celeridade do processo de impeachment, prevista na Constituição paraguaia, fosse prova de golpismo) e, ao mesmo tempo, negando-lhes este mesmo direito, eles seguem à risca, pela enésima vez, a máxima de Lênin: “Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz.”

O Brasil petista só respeita uma soberania: a ideológica - e não se mete em assuntos internos de outros países, desde que sejam países parceiros, claro. Não reclama de “ruptura democrática” nos pescoços dos homossexuais enforcados e exibidos em guindastes pelo governo do Irã, nem de “golpe de Estado” nas eleições fraudadas por Ahmadinejad; nem de “precedente perigoso” quando Correa e Chávez prendem, multam e exilam os jornalistas independentes do Equador e da Venezuela, fechando canais de TV; muito menos cobra “o devido processo legal” quando os irmãos Castro prendem dissidentes, deixam morrerem de fome, ou mandam fuzilar os que tentam fugir de sua ilha. (Ao contrário, dá a Raúl mais US$ 523 milhões em linha especial de crédito, elevando o financiamento brasileiro a Cuba para US$ 1,37 bilhão.)

Mas ai do Paraguaizinho, ai dele!, que ousa reagir depois que os sem-terra locais, vulgo carperos, protegidos pelo presidente, matam 7 policiais e 10 camponeses... Aí, pouco importa se os “compañero” infernizavam e expulsavam de sítios e fazendas até produtores rurais brasileiros, vulgo “brasiguaios”, com invasões e quebra-quebras - que Dilma, informada há muito tempo, preferiu ignorar -, e menos ainda se estes apoiam, aliviados, o novo governo. A regra petista é clara: ninguém tem o direito de interromper um massacre, nem aqui nem no Iraque.

Aqui, a não ser pela intervenção de uma oposição imaginária, ele de fato não será interrompido. Dilma e Lula nem precisam pedir moderação ao MST em invasões e quebra-quebras em Eldorado dos Carajás, no Pará, muito menos às Farc no fornecimento de drogas para o mercado da morte. O ímpeto de autopreservação do brasileiro é o mesmo do de um suicida em queda livre. No país dos 50 mil homicídios anuais, dos quais nem 10% são esclarecidos, não só não passa pela cabeça do povão e das elites que o PT, há 10 anos no poder, possa ter algo a ver com isso, como já vigora, na prática, senão o direito, ao menos a liberdade para matar.

Entre as vítimas, 17 a mais, 17 a menos, ninguém notaria a diferença. 

Autor: Felipe Moura Brasil

Ela





1 de jul. de 2012

León Tolstoi


“Não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade. A liberdade não é um fim, mas uma consequência.”