
Em vez de querer calar, não seria melhor parar de mentir?
Se fechar o fedor vai aumentar!
O Belo Monte de mentiras está aqui.
Prazer em conhecer

Agência Estado, Diário do Comércio
SÃO PAULO - O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse hoje que pode haver uma guerra contra a Colômbia se o ex-ministro da Defesa Juan Manuel Santos for eleito presidente colombiano. Segundo Chávez, a vitória de Santos na eleição presidencial de 30 de maio "poderia levar a uma guerra" na região. A declaração foi feita no programa semanal de rádio e televisão venezuelano "Olá, sr. Presidente".
Partidários de Ortega atacam Parlamento nicaraguenseMANÁGUA- Partidários do presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, quebraram vidraças da sede do Parlamento nesta quinta-feira, 22, enquanto, em seu interior, os trabalhos legislativos eram retomados após dois dias consecutivos de distúrbios em Manágua.
Encapuzados e vestidos de uniformes militares, os simpatizantes do governante sandinista lançaram pedras e morteiros no edifício ao ritmo de música e se retiraram do local uma hora e meia depois do término da sessão plenária.

BUENOS AIRES -- La médica cubana disidente Hilda Molina se vio impedida de presentar su obra en la Feria del Libro debido a interrupciones e insultos que recibió por parte de manifestantes defensores del régimen de Cuba.
Molina iba a presentar su libro "Mi verdad" la noche del viernes cuando militantes del Movimiento Argentino de Solidaridad con Cuba y estudiantes universitarios irrumpieron en la sala para increpar e insultar a Molina, según imágenes difundidas el sábado por el canal de televisión C5N.
Ou seja, só eles podem apresentar "Sus verdads".A retrospectiva da sequência de espantos desencadeada em 2003 informa que existe lógica na loucura aparente da política externa. Nestes mais de sete anos, o governo brasileiro foi confrontado com numerosas escolhas: a Venezuela bolivariana ou os Estados Unidos, os narcoterroristas das FARC ou o presidente constitucional Alvaro Uribe, o psicopata Muammar Khadaffi ou o Tribunal Internacional de Haia, a ditadura dos irmãos Castro ou os presos de consciência, o terrorista italiano Cesare Battisti ou os pugilistas cubanos Erislandy Lara e Guillermo Rigondeaux, o genocida Omar al-Bashir ou o Darfur dilacerado. Coerentemente, errou todas. Errou outras. E vai continuar errando, avisa a infame aliança com o Irá.
A opção preferencial por parcerias repulsivas torna a associação com os aiatolás atômicos tão inevitável quanto um drible de Garrincha. Entre o primitivismo e a civilização, entre Mahmoud Ahmadinejad e Barack Obama, a escolha feita por um Itamaraty redesenhado pela Era da Mediocridade só reafirmou que de onde menos se espera é que não vem nada mesmo. Formulada por nostálgicos do stalinismo sem compromisso com valores democráticos, avalizada por um presidente sem compromisso com valores morais, a política externa atende à vaidade de um governante na fronteira da mitomania, serve aos desígnios do PT e não tem compromisso com o Brasil.
Lula convive em fraternal promiscuidade com gente que o insultou, como Fernando Collor, ou que ofendeu gravemente, como José Sarney. Não há por que sentir-se constrangido na lida com abjeções que a esquerda psicótica reverencia. Como não sabe sequer se Karl Marx é um daqueles irmãos do cinema, como não leu uma única orelha de livro sobre geopolítica, contraterniza com todas as peças ─ sobre revolucionários de galinheiro ─ do populoso museu dos desprezíveis administrado por Marco Aurélio Garcia, Celso Amorim, Samuel Pinheiro Guimarães e outros comissários que garantem o crachá de conselheiro internacional com declarações de guerra ao imperialismo ianque.
“Não conheço nenhum presidente que não tenha apertado a mão de um ditador”, alega o chanceler de bolso. Conversa fiada de um diplomata deformado pela alma subalterna, pela compulsão para a vassalagem, pelo servilismo que protege o emprego. É verdade que todo presidente vive exposto a shake hands constrangedores. Mas Amorim sabe desde sempre que Lula ama ir muito além do aperto de mão protocolar. Nenhum governante que se declara democrata troca cumprimentos efusivos com apóstolos da infâmia como Khadaffi ou Fidel Castro. Só Lula.
Só Lula nega a presidentes eleitos democraticamente, como o hondurenho Porfirio Lobo e o chileno Sebastián Piñera, o abraço que conforta o golpista Manuel Zelaya ou anima o ditador aprendiz Hugo Chávez. Só Lula incumbiu um ministro de Estado de entregar a Ahmadinejad, ambos com o sorriso de comparsa, a camisa da Seleção Brasileira. Só Lula ousou qualificar os oposicionistas iranianos que protestavam contra a imensa fraude eleitoral de torcedores inconformados com a derrota do time. Só Lula comparou presos políticos aos bandidos das cadeias de São Paulo.
O presidente Fernando Henrique Cardoso, condutor das negociações que encerraram o sangrento conflito fronteiriço entre o Peru e o Equador, nunca posou de especialista em impasses internacionais. Lula não deu um pio na crise gerada pela construção de fábricas de celulose uruguaias na divisa com a Argentina. Mas resolveu nomear-se consultor-geral do mundo e liquidar com quatro conversas, três improvisos e duas piadas os becos sem saída do Oriente Médio.
A política externa de um país democrático atende aos interesses nacionais. Se atende aos interesses do chefe de governo ou de um partido, então não há democracia. Essa regra encontrou no Brasil uma perturbadora exceção. Não existe um tirano, nem foi instituído o regime de partido único. Mas há mais de sete anos o Itamaraty só faz o que o PT propõe e Lula endossa.
As ações internacionais escancaram a alma do presidente e a cabeça do partido. Lula é um animador de auditório, deslumbrado com plateias de áulicos ou encontros de governantes que não compreendem português. O PT é a cara dos parceiros que escolhe. Todos infelicitam países que são hoje o que a companheirada quer que o Brasil seja amanhã.
- Ari, você acha que existe alguma chance de existir uma vida íntegra que seja, no mundo político? Ou será que vamos eternamente nos iludir, e até quando?