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10 de abr de 2010

Lula: bostejos finais

Do noticiário:
- Não vale copiar o Obama, dizendo que ‘nós podemos mais’, porque ele já disse que ‘eu sou o cara’, e eu já disse pro Obama que vocês (platéia) é que são ‘os caras’.
- Eles nem tiveram a coragem de usar o ‘nós’. Usaram ‘o Brasil’, acrescentou mais tarde.

O indivíduo supra-referido, embora teoricamente presidente de todos os brasileiros, simplesmente não consegue enxergar além de sua perspectiva tribal.
Mas estamos todos, particularmente os brasileiros, no limiar de uma nova época de grandes transformações, para a qual concorreram os esforços dos que já se foram e dos que estão ainda envolvidos na grande batalha da evolução, e que certamente também não verão todos os seus frutos.
A impessoalidade desse esforço continuado, a dedicação voluntária a uma causa transcendente, o sentimento de fazer parte da indefinida epopéia humana, não se coadunam com a mediocridade, a vaidade, a estupidez.
Nosso país é dotado de um potencial e uma energia que inevitavelmente se manifestarão e o conduzirão a seu lugar de destino.
Mas será preciso evitar a ocupação das mentes desavisadas pelo lixo humano, cultural e ideológico de que ora estamos nos livrando.
Superada a visão exclusivista, ridicularizados os donos da verdade, possibilitada a autonomia do indivíduo, não haverá mais o lodo pestilento de que as flores do mal precisam para vicejar.
Não há dúvida de que o Brasil pode mais.

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